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sábado, 6 de agosto de 2011

alternativo...

No pessimismo das rochas encontro uma pétala rosa. Num local escuro quanto a noite, vejo uma cor forte como a lua completa por trás de suas nuvens. Sinto o contraste de uma cor que é um sinal de contraste pro meu dia... -prefiro pensar assim...
Não acordei com sorte, e desde então acidentes no percurso andam afiando minha sugestão. Há pouco chutei descalço a porta, batendo somente o dedinho. Horrível...Faço pouco, e não faço muito, faço natural, a única coisa que muda é o quanto eu observo os acidentes que de fato, andam me incomodando.
Todavia a pétala estava sobre a pedra enorme, mostrando-se em destaque.
O sinal indica que meu mundo iria mudar, meu dia iria alterar, todos iam ficar com outras caras e outras cores, pelo menos pra mim. Mas não sei porquê preferi pensar nisso somente após o encontro da pétala, o que me mostra o pessimismo no cotidiano. Estou cansado desses dias iguais e intermináveis, estou cansado das mudanças semelhantes no cotidiano alheio e com isso todas as valorizações disso.
Mesmo com meu dedo doendo, sinto que ele é a representação da pétala em mim, é o dedo que precisa de atenção no meio de todos, é a pétala rosa pedindo atenção por entre todo o escuro absorvido da pedra.
Viajo pensando, e pensando... eu viajo.
a intenção era começar uma redação, mas estou com sono e por isso vou postar para mostrar meus -agradecimentos- carinhos à todos vocês.
Estou com sono... não sei mais o que escrever
enfim
terminei assim
boa noite

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Red Hot Chili Peppers - interpretação da capa de cd



interpretação da capa do cd do red hot chili peppers

Na capa encontramos essas pílula, que pode indicar a cura de uma doença, e devido ao nome, podemos supor
que a cura é "estar com você" assim como na imagem, que com isso, a mosca pode ser a transmissora de doenças e no caso, o empecilho da relação. Estamos diante da cura do amor na nova geração na geração dos remédios.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

estudo de redação

Domingo
Atolado no sofá, se encontrava com o controle preso à mão e pêndulo encostado na coxa. Era vestido por roupas sujas por molho, comida e talvez manteiga. Cansado na troca incessante de canal, hesitou em levantar, que o fez com dureza, na busca da permanência da inércia. Olhou para seu objetivo: a geladeira; que se encontrava no outro cômodo, a pouco mais de cinco metros, e relutou contra sua vontade, e por pouco esforço jogou o controle remoto no chão, dando a entender que isso também o motivaria a algum movimento.
Levantou-se com muito pesar, agarrou o controle, colocou-o sobre a televisão e segui em direção à cozinha, que agora estava mais perto, porém a preguiça do mais cansado andarilho abateu-se sobre ele. Era domingo.
Arrastando-se e apoiando-se nas paredes passou pela porte, abriu a porta da geladeira, e com isso, lutou por sua cerveja. Ao fechar, encaminhou-se até o armário e buscou por algo, que ao encontrar com sua mão direita, chacoalhou, então pegou o salgadinho. Agora mais animado.
Abriu a cerveja e observou o gás que saiu -como quem ficasse há tanto sem ver ou ouvir tal situação-, deu o primeiro gole ainda na cozinha, e agora andando de forma natural seguiu para o sofá, antes pegando o controle sobre a televisão. Com movimentos animados deixou sua cerveja na cadeira encostada próximo ao sofá e deu um salto, do qual caiu perfeitamente sobre este, e que como quem sente prazer, pegou a cerveja para contemplá-la. Trocou de canal, que ali permaneceu, deu um gole, abriu e começou a comer os salgadinhos.
Era domingo.

domingo, 19 de junho de 2011

estudo de redação

Rotina
Sentado no ônibus a espera do poste. Já concentrado em assuntos familiares como a separação e os problemas com a criança, a aflição do poste me trazia à mente assuntos ainda mais peculiares, como o meu desenvolvimento na empresa, as vendas que consegui, a cota atingida. E o poste não passava.
Preso nas lembranças do serviço lembrei da estagiária, a novata de uma semana atrás -o poste passou.
Imediatamente me levanto, preso na sensação de calor e sufoco que acompanha a rotina do ônibus, apertei o botão para descer. O ônibus ainda incessante avançava a avenida trêmula que com pouco esforço empurrou a todos à direita, que para mim, abriu uma brecha, ainda apertada, para chegar ao fim do corredor.
Agora eu só me concentrava nisso, passo a passo fui vagando entre pedidos de desculpa e licença que me permitiram passagem. Com a perna presa consegui chegar até a porta, que abriu assim com minha chegada, sendo obrigado a sair, impulsionado pelos outros viajantes.
Sai do calor, sufoco e suor para o vento que me arranjava o rosto e trazia a brisa seca e fria ao meu corpo. Voltando para as preocupações, lembrando da esposa ou mesmo ex-esposa com o futuro filho - e que agora o poste tornou-se passado-, centrado na família fui caminhando em torno da esquina, na busca de poder ver a rua por inteiro, assim que entrasse nela. Inevitável. Num tropeço, a perda de equilíbrio me jogou diante do carro estacionado, consegui por pouco me segurar para não cair e assim me impor novamente, tudo em uma questão de segundos.
Já estabilizado continuei a caminhada, agora com os pensamentos voltados ao incidente que ocorrera e na roupa suja que o sereno e o carro me trouxe ao cotovelo. Num gesto inútil na busca de limpar o cotovelo, segui a rua. Toda a atenção agora era para o incidente e suas justificativas racionais, e por um instante, não sei porquê, já distante do local próximo a esquina, procurei o nome do carro na memória. Qual era o nome? A cor eu lembro, era um branco sujo, mas a marca? E o fabricante? Inútil.
-Para que se preocupar com a marca do carro? -sussurrava enquanto insistia limpar o cotovelo.
E assim houve sua mínima distorção rotineira.

sábado, 18 de junho de 2011

Tema de redação: Machismo

A estatística estatal é falha
Apesar da incontestável situação de submissão forçada das mulheres com os homens, podemos dividir situações do específico pro amplo, e que ainda assim, mostrando a referência do preconceito.
 No dia-a-dia sabemos de notícias sobre violência causadas por homens que sentem-se donos de suas amantes, entre outras, e podemos notar o pensamento desses que as ferem. Porém não é com isso que podemos garantir o machismo e sua visão de uma forma generalizada, claro que há pontos, mas estes ainda não são suficientes, por isso precisamos de um olhar aberto para que possamos analisar com cautela. Estamos buscando algo que afete-as de forma geral, não por homem, mas por todos, e mesmo que alguns não aceitem, estes se tornam obrigados a tal.
 Podemos enxergar tal visão quando buscamos a explicações sobre o salário reduzido dado às mulheres, assim como os valores estatísticos quando nos referimos ao empreendimento destas nas atuais empresas. Dando resultado de poucos empregos, e pouco salário. O julgo desta situação pode ser dado com facilidade, porém suas soluções são bem contrárias a isso, trazendo complicações devido à explicações sobre impostos que são especiais, por exemplo, no período de gravidez, onde a empresa é obrigada a continuar pagando e ao mesmo tempo, contratar outro funcionário, que, com os altos impostos, chega a um prejuízo de 200%, variando das contratações.
 É claro que isso é um dos fatores que justificam a falta de empregos notáveis para as mulheres, usando várias desculpas que hoje não são mais cabíveis, e que, portanto podemos ver que todos os argumentos usados são de caráter preconceituosos, pelo simples fato de que todo tem a visão atual, sem parar pra pensar no futuro próximo.
 Os alto custos dado às mulheres são equiparados com os dos homens, porém há uma diferença. O custo das mulheres são irreversíveis, tendo aparentemente todas as mulheres sujeitas a ele, já o dos homens, não, mas que este é causado por falhas estatais -como a prevenção de doenças-, coisas que podemos julgar automáticas vinda dos homens -devido a sua proporção-, como o consumo demasiado do alcool e suas consequências, o consumo do cigarro e todas as outras variações com dados estatísticos que sejam superiores ao das mulheres.
Com isso em prova, podemos ver que o custo estatal é equivalente e que argumentos dados são irrelevantes para a situação comparativa atual. Precisam, antes de julgar, analisar, compreender e agir de forma adequada, buscando então a igualdade dos valores tanto para homens, quanto para mulheres.

(não achei essa redação suficiente)