quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tudo é passageiro irmão
faz parte da vida essa fase
da qual se estendem a mão
até pro nazi

domingo, 4 de setembro de 2011

tranquilo



Faze de revelações, renovações, aprendizado... Assim como posso dizer que é tudo na vida, mas sinto a grande diferença da relação entre eu e o mundo, eu e a razão, eu e o sentir, eu aprendendo.
Uma porta, digamos assim, foi aberta, e eu ainda estou recebendo a luz que vem de dentro do quarto, estou na surpresa, no momento, estou na análise...
Apesar da minha análise, observação, o que indica o contrário de surpresa, é muito novo pra mim... é um momento, são sensações de um momento novo pra mim...
Estou conhecendo pessoas que estão falando coisas que, podiam até, outras, terem dito antes pra alguém, pra mim, mas que antes não tinha tanto efeito quanto agora, como hoje. Sinto compreender mais o mundo em que vivo.
Tenho dúvidas que foram solucionadas, me sinto mais calmo, me sinto mais tranquilo...
Me sinto em paz.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

sentir

sinto fome
sinto sede
também sinto

não como você
seria anormal
mas de certo natural

não sinto cheiro
pelo menos ainda
ai... mas quando sentir...

sinto vontades
sinto desejos
morro pelo meu anseio

desejo o seu cheiro
que ainda não conheço
mas posso criar

posso imaginar
posso ver
tento superar...

sinto saudades
sinto também
busco ver além

busco conforto
sinto consolo
não me sinto bem

ser sincero
assim espero
vindo de você

pra conhecer
te espero o bem
sempre a te ver

o meu maior prazer
sempre foi e será
te conhecer


sábado, 6 de agosto de 2011

alternativo...

No pessimismo das rochas encontro uma pétala rosa. Num local escuro quanto a noite, vejo uma cor forte como a lua completa por trás de suas nuvens. Sinto o contraste de uma cor que é um sinal de contraste pro meu dia... -prefiro pensar assim...
Não acordei com sorte, e desde então acidentes no percurso andam afiando minha sugestão. Há pouco chutei descalço a porta, batendo somente o dedinho. Horrível...Faço pouco, e não faço muito, faço natural, a única coisa que muda é o quanto eu observo os acidentes que de fato, andam me incomodando.
Todavia a pétala estava sobre a pedra enorme, mostrando-se em destaque.
O sinal indica que meu mundo iria mudar, meu dia iria alterar, todos iam ficar com outras caras e outras cores, pelo menos pra mim. Mas não sei porquê preferi pensar nisso somente após o encontro da pétala, o que me mostra o pessimismo no cotidiano. Estou cansado desses dias iguais e intermináveis, estou cansado das mudanças semelhantes no cotidiano alheio e com isso todas as valorizações disso.
Mesmo com meu dedo doendo, sinto que ele é a representação da pétala em mim, é o dedo que precisa de atenção no meio de todos, é a pétala rosa pedindo atenção por entre todo o escuro absorvido da pedra.
Viajo pensando, e pensando... eu viajo.
a intenção era começar uma redação, mas estou com sono e por isso vou postar para mostrar meus -agradecimentos- carinhos à todos vocês.
Estou com sono... não sei mais o que escrever
enfim
terminei assim
boa noite

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Tempo



O tempo pode e não pode existir, não é mesmo?
Tem gente que diz que é impossível ele não existir. Mas como sempre, tudo é uma questão de ponto de vista, visto que o absoluto é absurdo. Podemos considerar que o tempo é uma ideia onde existe a necessidade da marcação, baseada em várias coisas, tendo com isso um estudo padrão que convenciona, através de métodos seja por estações, ou batidas aleatórias, um determinado tempo, seguindo um padrão de frequência, e assim, iniciando a contagem.
Mas o curioso é pensar que tudo isso é apenas uma formulação para que possamos organizar fatos e ideias, podendo considerar toda essa ideia como imaginativa, totalmente abstrato. Tendo em mente que o abstrato é dependente do pensador, o tempo é dependente.
Na eternidade um ano tanto quanto 100 anos é apenas um pingo preto na imensidão infinita de branco, deixando assim, de existir um padrão para o tempo, partindo para a relatividade sugerida pelo infinito. Todo o resto é baseado em aproximações e suposições, deixando então vago toda a origem padronizada e regular de tempo. Considerando que desde o inicio há mutações, mudanças no mundo, e que isso, de qualquer forma, aparentemente, é inevitável, podemos supor que o tempo não existe, considerando que a mudança é uma coisa só, ou não é nada, é apenas um efeito natural sendo vista como um meio -partindo da ideia de processamento-, sendo então o mundo apenas o mundo e nada mais, um mundo absoluto, e assim todas as mudanças que vemos não é nada, é apenas um segmento alternado, mas nada além disso.
Podemos interpretar assim, é como ver a ampulheta com a areia caindo, o que considera a mudança é o fato de que a areia irá acabar ou da parte de baixo aumentar seu volume, mas se de alguma forma fazer com que seja cíclico, desde q n tenha a alteração de volume, seria apenas uma ampulheta como na foto -o tempo parou? existe tempo?
o tempo realmente está parado? porquê se a areia é infinita,  ainda está caindo-, mas isso vai além da ilusão de ótica, porque a ideia que se tem é essa, o tempo está intimamente relacionado com as mudanças exteriores, porque é assim que podemos padronizar os efeitos temporais. Desgastes, mudanças.
Se não houvesse mudanças, como o desgaste, haveria as considerações de tempo?
Muitos diriam ser imortais, eternos.
Pra quem é eterno, o que é o tempo?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Red Hot Chili Peppers - interpretação da capa de cd



interpretação da capa do cd do red hot chili peppers

Na capa encontramos essas pílula, que pode indicar a cura de uma doença, e devido ao nome, podemos supor
que a cura é "estar com você" assim como na imagem, que com isso, a mosca pode ser a transmissora de doenças e no caso, o empecilho da relação. Estamos diante da cura do amor na nova geração na geração dos remédios.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O mar

Sou como o mar.
Por mais distante que você busque olhar,
não consegue ver até onde posso chegar
por dentro não há como ver além do raso
por onde cada vez mais fundo vou
imaginando e criando sem atrasos


adoro essa imagem, acho incrivelmente bonita!-plano de fundo do computador.

Estava olhando o fundo de tela do meu computador, até achar uma conclusão. Sou como o mar. Minha mente, meus pensamentos. Estão fundos e organizados da sua forma, estão vivos e estão lá, quanto mais fundo você mergulhar, mais irá encontrar. Um mar intocado por outros a não ser marinhos. Um mar de surpresas que de acordo com os seres, as ondas se espelham e ficam -ou não- agitadas, calmas.
Assim como todo um mar, sou como uma onda, sou a representação de cada gota neste mar. Sou agitado, sou calmo. Depende do como o vento está, assim como o humor dos animais adentro do mar.
Sou belo se me deixar, e claro, livre e flexível.
Sou belo como o céu e transparente como o azul do mar, mas ainda assim, só a superfície.
Busco atingir todas as áreas e englobar o mundo, pelo processo de metonímia.
Ajudo a todos os que sentem fome, se me derem abertura para cultivar os alimentos, e todos os que sentem o prazer de nadar, se não alterarem meu senso a ponto de mudar o mar -as ondas-.
Parte de mim viaja pelas nuvens e sinto poder enriquecer outras áreas, como florestas de montanhas. Mas não sou capaz de afirmar, está além da minha vista.
Acredito poder alimentar, e acredito acrescentar. Busco horizontes, e sinto-me formado por eles. Sinto a necessidade de ir até eles, mas ao mesmo estar parado; apenas atingi-los. Vejo que todos que se aproximam me acrescentam. Cresço, desço, permaneço como estou, seguindo um fluxo além de mim, mesmo que na busca de um controle, volto a me perder no início. Neste texto sem linhas, sigo a mente num fluxo confuso, talvez, que para mim faz todo sentido, tenho total compreensão por esta metáfora, que agora, me define, mesmo ainda, sendo confusa.

Muitas coisas aparentam fazer sentido...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

estudo de redação

Domingo
Atolado no sofá, se encontrava com o controle preso à mão e pêndulo encostado na coxa. Era vestido por roupas sujas por molho, comida e talvez manteiga. Cansado na troca incessante de canal, hesitou em levantar, que o fez com dureza, na busca da permanência da inércia. Olhou para seu objetivo: a geladeira; que se encontrava no outro cômodo, a pouco mais de cinco metros, e relutou contra sua vontade, e por pouco esforço jogou o controle remoto no chão, dando a entender que isso também o motivaria a algum movimento.
Levantou-se com muito pesar, agarrou o controle, colocou-o sobre a televisão e segui em direção à cozinha, que agora estava mais perto, porém a preguiça do mais cansado andarilho abateu-se sobre ele. Era domingo.
Arrastando-se e apoiando-se nas paredes passou pela porte, abriu a porta da geladeira, e com isso, lutou por sua cerveja. Ao fechar, encaminhou-se até o armário e buscou por algo, que ao encontrar com sua mão direita, chacoalhou, então pegou o salgadinho. Agora mais animado.
Abriu a cerveja e observou o gás que saiu -como quem ficasse há tanto sem ver ou ouvir tal situação-, deu o primeiro gole ainda na cozinha, e agora andando de forma natural seguiu para o sofá, antes pegando o controle sobre a televisão. Com movimentos animados deixou sua cerveja na cadeira encostada próximo ao sofá e deu um salto, do qual caiu perfeitamente sobre este, e que como quem sente prazer, pegou a cerveja para contemplá-la. Trocou de canal, que ali permaneceu, deu um gole, abriu e começou a comer os salgadinhos.
Era domingo.

domingo, 19 de junho de 2011

estudo de redação

Rotina
Sentado no ônibus a espera do poste. Já concentrado em assuntos familiares como a separação e os problemas com a criança, a aflição do poste me trazia à mente assuntos ainda mais peculiares, como o meu desenvolvimento na empresa, as vendas que consegui, a cota atingida. E o poste não passava.
Preso nas lembranças do serviço lembrei da estagiária, a novata de uma semana atrás -o poste passou.
Imediatamente me levanto, preso na sensação de calor e sufoco que acompanha a rotina do ônibus, apertei o botão para descer. O ônibus ainda incessante avançava a avenida trêmula que com pouco esforço empurrou a todos à direita, que para mim, abriu uma brecha, ainda apertada, para chegar ao fim do corredor.
Agora eu só me concentrava nisso, passo a passo fui vagando entre pedidos de desculpa e licença que me permitiram passagem. Com a perna presa consegui chegar até a porta, que abriu assim com minha chegada, sendo obrigado a sair, impulsionado pelos outros viajantes.
Sai do calor, sufoco e suor para o vento que me arranjava o rosto e trazia a brisa seca e fria ao meu corpo. Voltando para as preocupações, lembrando da esposa ou mesmo ex-esposa com o futuro filho - e que agora o poste tornou-se passado-, centrado na família fui caminhando em torno da esquina, na busca de poder ver a rua por inteiro, assim que entrasse nela. Inevitável. Num tropeço, a perda de equilíbrio me jogou diante do carro estacionado, consegui por pouco me segurar para não cair e assim me impor novamente, tudo em uma questão de segundos.
Já estabilizado continuei a caminhada, agora com os pensamentos voltados ao incidente que ocorrera e na roupa suja que o sereno e o carro me trouxe ao cotovelo. Num gesto inútil na busca de limpar o cotovelo, segui a rua. Toda a atenção agora era para o incidente e suas justificativas racionais, e por um instante, não sei porquê, já distante do local próximo a esquina, procurei o nome do carro na memória. Qual era o nome? A cor eu lembro, era um branco sujo, mas a marca? E o fabricante? Inútil.
-Para que se preocupar com a marca do carro? -sussurrava enquanto insistia limpar o cotovelo.
E assim houve sua mínima distorção rotineira.

sábado, 18 de junho de 2011

Tema de redação: Machismo

A estatística estatal é falha
Apesar da incontestável situação de submissão forçada das mulheres com os homens, podemos dividir situações do específico pro amplo, e que ainda assim, mostrando a referência do preconceito.
 No dia-a-dia sabemos de notícias sobre violência causadas por homens que sentem-se donos de suas amantes, entre outras, e podemos notar o pensamento desses que as ferem. Porém não é com isso que podemos garantir o machismo e sua visão de uma forma generalizada, claro que há pontos, mas estes ainda não são suficientes, por isso precisamos de um olhar aberto para que possamos analisar com cautela. Estamos buscando algo que afete-as de forma geral, não por homem, mas por todos, e mesmo que alguns não aceitem, estes se tornam obrigados a tal.
 Podemos enxergar tal visão quando buscamos a explicações sobre o salário reduzido dado às mulheres, assim como os valores estatísticos quando nos referimos ao empreendimento destas nas atuais empresas. Dando resultado de poucos empregos, e pouco salário. O julgo desta situação pode ser dado com facilidade, porém suas soluções são bem contrárias a isso, trazendo complicações devido à explicações sobre impostos que são especiais, por exemplo, no período de gravidez, onde a empresa é obrigada a continuar pagando e ao mesmo tempo, contratar outro funcionário, que, com os altos impostos, chega a um prejuízo de 200%, variando das contratações.
 É claro que isso é um dos fatores que justificam a falta de empregos notáveis para as mulheres, usando várias desculpas que hoje não são mais cabíveis, e que, portanto podemos ver que todos os argumentos usados são de caráter preconceituosos, pelo simples fato de que todo tem a visão atual, sem parar pra pensar no futuro próximo.
 Os alto custos dado às mulheres são equiparados com os dos homens, porém há uma diferença. O custo das mulheres são irreversíveis, tendo aparentemente todas as mulheres sujeitas a ele, já o dos homens, não, mas que este é causado por falhas estatais -como a prevenção de doenças-, coisas que podemos julgar automáticas vinda dos homens -devido a sua proporção-, como o consumo demasiado do alcool e suas consequências, o consumo do cigarro e todas as outras variações com dados estatísticos que sejam superiores ao das mulheres.
Com isso em prova, podemos ver que o custo estatal é equivalente e que argumentos dados são irrelevantes para a situação comparativa atual. Precisam, antes de julgar, analisar, compreender e agir de forma adequada, buscando então a igualdade dos valores tanto para homens, quanto para mulheres.

(não achei essa redação suficiente)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A dança da águia



Olhe para as montanhas
no céu limpo com nuvens claras!
Olhe para as montanhas
no pico branco e escuro!
suba com o vento e sinta o fio
que traz o rastro pras nossas direções
o campo ao longe, verde eu vejo
o pássaro mais rápido destas regiões
olhe para a montanha
e siga suas penas!
olhe as colinas
e seu verde tão lindo
modelando o vento ele vem
trazendo equilíbrio
olhe para o céu!
olhe para o chão
no rio agora, ele chegou
no fio de prata se desfaz,
uma águia veloz ela é!
quando de longe,
só é possível vê-la de pé!

Insatisfação com algumas coisas.

Hoje caiu pelo entendimento algumas coisas bem interessantes, que já era de se ter notado, enfim. Ônibus lotado, influencia a compra de carros, que influencia o rápido desgaste do asfalto que influenciam os investimentos privados. O que o governo gasta com isso? Muito menos do que deveria. O que ele ganha? Muito além dos impostos, ele corta gastos.
Corta gastos do ônibus que deveria estar rolando a mais, dos seguranças nos metrôs que são privados, e que podem ser demitidos a qualquer instância, assim como o lucro do corte de gastos que provém do investimento externo -privado- para corrigir as estradas. Com o investimento e a melhoria nas ruas, há a melhoria no bairro e sua valorização e o imposto além de poder ser pago, é capaz de sofrer alteração -aumentando-.
A penalização das indústrias não são altas pois o governo depende-as, e mesmo com a diminuição dos impostos por causa do auxílio privado o corte de gastos compensa e podendo até fazer com que suas consequências superem os possíveis lucros.
 Sem gastos, sem responsabilidade -se der algo errado, o governo apenas escolheu mal, mas não fez a obra errada, deixando os profissionais públicos livres, tornando-os leves de culpas.-, apenas armazena o valor adiquirido.
 Aumentando, com a valorização da indústria o dinheiro, fazendo o correr, causado pelo stress -causado- pela insuficiência de conforto, e pela pressão midiática, as pessoas aqui servem como escravas -ainda.
AHHHHHHHHHHHHHHHHH!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A etiqueta comum.

 Engraçado como a educação esconde sentimentos. Assim como várias outras atitudes difundem sentimentos íntimos de onde acredito ser de máxima importância expô-los. Como um -desculpa-, ou mesmo -perdão-, vindo de um simples encostar no corredor do ônibus.
 Vindo de um sistema que te obriga a utilização de sua capacidade ao máximo, onde você se torna forçado e ao mesmo incapacidade a agir da forma em que acredita ser certo, dizer um perdão não combina. A falsidade dos gestos se entrepõe muito além disso, sendo apenas uma educação de costumes construída para que não haja o ato esbarrar-se, e quando se esbarra mente. Não estou aqui para generalizar, mas não podemos negar que acontece com muita frequência.
 Percebo a preocupação aos atos falhos com uma importância que para a ocasião não é necessária, e quando demonstra, explode; radicaliza. E que tudo nos pressente algo que, de fato, já era esperado; o que é necessário para o convívio? A mentira de forma cautelosa ou a explosão sincera? Percebem que isso se encontra em muitos outros atos distintos, mas que o sentir, o agir é o mesmo? E o mais absurdo é a tolerância coletiva quanto a isso, onde adestrar-se faz parte, mas o que quero discutir não é o adestramento do bom convívio mas o ato de esconder a insatisfação dos outros aspectos, como um sistema ineficiente para com sua população.
 Mesmo quando isso se torna claro, como consequências já citadas, evitam falar e limitam-se a demonstrar na curva de um olhar, num singelo movimentar de dedos, na boca trêmula ou até -em seu limite- no escorrer de uma lágrima, mas falar? Por quê? Há realmente a necessidade? Pelo amor!
 Vamos agir de forma sincera com os outros e vamos descobrir o que nos move a tais atitudes, e solucionar os problemas -da raiz-. Porque sermos educados com os outros se não somos conosco?
 Há quanto tempo escondemos pensamentos através da etiqueta de que nada nos serve? Será que se deixarmos isso - a tão aclamada etiqueta- um pouco de lado conseguiríamos melhorar a vida em comum? Por que não sermos mais sinceros então?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

À atração feminina

 Andei, novamente, me observando e realmente senti diferenças grandes em tópicos que antes julgava muito importante, porém agora vejo apenas como mais um aditivo a tal personalidade. Me sinto às vezes mobilizado, porém leitoso a ponto de me inclinar à nova ideia. Tudo está no modo de ver, da beleza individual que agora estão sendo assumidas novas características, que no momento me encontro mais atento a estas.
Com tudo isso, vejo que a gesticulação, o modo de falar,a condução de uma conversa, além do conteúdo e tudo isso está trazendo um encanto pra mim, considerando que a aparência não é tão chamativa a ponto de considerá-la fundamental, apenas um adicional.
Todo o conteúdo que é exposto através de uma conversa está sendo tão chamativa quanto, fazendo com que eu veja a minha interpretação das coisas comparada à dois anos, que de fato houve muita mudança. Hoje me enxergo como observador, onde antes fazia questão de atuar - interessante, não?-, a gentileza e todas as qualidades estão trazendo ao encanto muitas e muitas pessoas, e uma abertura incrível de interesse nas outras pessoas. Mulheres são incríveis né não? hehe
Às vezes me cai na mente se é isso que as mulheres enxergam desde cedo, que tanto dizem que os homens amadurecem de forma lenta, mas com "sorte progressiva". Espero que seja assim, e se for, que mundo incrível! E não me arrependo de conhecê-lo só agora, tudo a seu tempo, e eu no meu.
Espero que as coisas andem pra melhor este ano -mudando de assunto-, está sendo o ano que defino a minha vida, assim como os outros, mas de fato, minhas decisões neste trarão consequências pra vida toda, e com tudo o que sei e que ainda não é suficiente para muitas coisas, preciso escolher o necessário para a formação de adiante. Não me encontro em dilemas, mas apenas em aprovação de ideias, que estão sendo muito úteis e que me fazem agradecer a todos pensamentos já tidos e analisados. Que benção -me poupem de comentários religiosos, meu agradecimento é a outras pessoas-.

sábado, 4 de junho de 2011

meditação: paciência



A paciência traz a liberdade, vida independente.
E a liberdade das coisas faz com que você seja capaz de discernir o tempo útil de cada coisa da qual você acredita ser necessária para seu cotidiano.
Ter paciência não é apenas saber esperar, está também no saber observar, no saber entender e compreender. Com isso vem a ideia de saber medir o tempo necessário, saber a hora certa, saber controlar suas ansiedades.
E aí está a arte de saber cuidar das plantas, saber esperar o tempo necessário para cada planta, com isso é possível o controle de sí, que trará muitas outras vantagens.
Como sempre, neste estudo da meditação, eu irei falar: "tudo está relacionado com tudo."

Pensamento do dia: Liberdade diante do querer / sociedade

Hoje me veio a cabeça uma ideia: A liberdade está unicamente ligada ao querer.
Supondo que existam duas pessoas dentro de uma casa. Independente do motivo que as levou até lá, qual a diferença entre elas neste caso?

-Bom, uma quer sair e a outra não.
Duas pessoas estão presas na casa, mas uma quer sair e a outra não... Universos distintos, a mesma casa, a mesma pessoa, ao mesmo tempo. Apenas a vontade muda.
A vontade de querer sair e não poder diz o quanto esta é livre assim como a vontade da outra ter chegado à casa e sentir-se confortável com a situação.
O fato é que diante de uma sociedade o querer se torna limitado às limitações sociais, onde o bom senso acarreta essa particularidade. De ante disso, podemos ver que quanto às pessoas, nunca seremos livres pelo fato de haver conflitos no "querer" ou seja, conflitos no quesito da liberdade.
A liberdade sofre mutações assim como a vontade das pessoas, e a liberdade pode ser extinta por essa mesma. Como podemos pensar assim? Se o ser sente-se livre para fazer o que quiser, sozinho, ele pode acabar morrendo por consequência de suas atitudes, então é necessário que para que esta consiga atingir certa idade sem precauções, precisamos limitar o seu agir diante das vontade e impor limite à sua liberdade.
O que ocorre também é que limitando suas vontades nós a modelamos diante da moral social da qual a pessoa está incluída tendo aí, uma conduta à liberdade, ou seja, nós podemos induzir a liberdade diante das pessoas se nós a conduzirmos.
Se a vontade impõe o querer, que impõe o agir e ela age da forma da qual tem vontade, depois de ter sido modelada, ela irá fazer tudo o que quiser e se sentirá livre, porém sua liberdade está limitada às regras sociais que a regem a partir de agora. Mas se bem "modelada" sua própria consciência quanto à moral irá reprimir seus desejos e justificá-los.
Mas a partir do momento em que ela encontrar outro indivíduo que tem diferenças muito grandes com seu nível moral, ela irá partir de um princípio que todos seguem, o ato de conhecer e o ato de pensar, desde que, haja conflitos entre suas considerações individuais. Se todos de seu círculo social for semelhante o suficiente para não haver conflitos ideológicos entre eles, então o outro servirá como reforço positivo para seus "argumentos livres".
Aqui então, estamos diante de uma liberdade modelada e postulada, tendo para tudo isso, alguém com o controle. Mas se todos se auto-íncluirem e se auto-regrarem - o que será necessário devido ao fato de que a vontade individual afeta a todos ao seu redor, e a percepção entrará em conflitos trazendo dor e sofrimento, devido a brigas motivadas por conquistas-, não haverá uma diferença ideológica e esta liberdade será vista como única, pois não terá outra por conhecimento de todos.
Vemos então como é fundamental para o convívio de todos a compreensão do outro, e o auto-controle. Que diante das dificuldades estes lhe serão altamente úteis. Visto que, poderemos criar uma sociedade perfeita desde que então todos tenham o mesmo nível moral, obtendo o auto-controle e compreensão supondo que para que isso ocorra haja uma liberdade modelada, que no fim de todos, ela será a única e vista como a utópica.
Obs: Estou aqui a considerar de que dentre as diferenças físicas, como mamíferos e seres de bando a vontade de liderança traz brigas causadas pelo instinto, tendo que para o objetivo final o controle do instinto vindo de cada um, é visto como necessidade.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O cavalo

  feito à lapis- grafite 4B e 6B-, na folha canson      ..
após pensar em algumas coisas, queria saber o quanto eu estava artístico. hehe
fiz hoje no horário do almoço, e senti que seria bom postá-lo aqui.
adeus e até mais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Abelha




de flor em flor
de tom em tom
se posta uma cor
sente um som

Do não pro sim
fases em tons
está tudo em mim
cores à sons

o sentir em mim
está no tum tum tum
das batidas de todos
que tocam apenas um

Mudanças


foto linda ein?

Assim como a maré sinto estar avançando e voltando durante a vida e em todo esse vai-e-vem vejo o quanto deformei a areia. Um desenho contínuo e paralelo formado pelos impulsos naturais de toda uma vida da qual a mudança, é uma mutação inevitável.
Assim como a deformo, sou deformado me tornando então não só um pintor como a própria pintura a ser realizada. E a cada momento em que passo durante a minha vida, o registro que acaba de ser feito, será apagado. A vida tende ser assim. No olhar do pescador ou do peixe, onde eu posso ser uma porção de água, ou um mar por completo. As mudanças são inevitáveis.
E agora, estou na busca de proporcionar uma nova deformação na areia. Novos olhares, e novas visões.
Quem sabe agora  buscar ver o mar na visão de uma gaivota?